“Nem que tenha que acampar na Polícia Judiciária”

Gil Canha critica as autoridades policiais e os “cobardes a mando do Mijinhas”.

Gil Canha reagiu hoje, publicamente, aos ataques terroristas perpetrados contra a sua família, na semana passada. E, sobre este assunto, promete medidas mais extremas.

“Sempre que me ausento para o estrangeiro, os cobardes do partido do Mijinhas aproveitam para atacar a minha família. O objetivo é tentar me intimidar para que não cumpra as minhas funções políticas, mas estes ataques terroristas ainda reforçam a minha determinação em derrotar o regime jardinista”.

O vereador do Partido da Nova Democracia (PND) na Câmara Municipal do Funchal sabe que causa muitos incómodos aos interesses instalados, sobretudo na autarquia funchalense. Por isso, depois de uma guerra económica contra a família Canha, passaram aos incêndios de viaturas e ataques psicológicos.

Em declarações ao Cidade Net, o político criticou duramente as autoridades policiais, que não apresentam dados concretos sobre as investigações. “Os suspeitos existem. Os cadastrados contratados pelo partido do Mijinhas foram identificados. Eu já avisei a Polícia de Segurança Pública sobre este assunto, mas ninguém faz nada”.

As críticas recaíram concretamente no anterior comissário Oliveira Martins, acusado de ser o responsável pelo ambiente de impunidade que se viveu na Região Autónoma da Madeira. “O comissário não mexeu uma palha. Na minha opinião, como cidadão, foi muito incompetente”.

O dirigente da Nova Democracia acrescentou mesmo que, caso não haja um esclarecimento concreto, vão tomar outras medidas. “Nem que tenha que acampar à frente da Polícia Judiciária, até que sejam descobertos os criminosos. Assim, pelo menos, eu e os meus familiares vamos estar mais seguros”.

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