Governo quer ‘mercantilizar’ a saúde

Os comunistas consideram que o Governo Regional “quer fazer da Saúde um negócio e não um direito”.

Há toda uma lógica que visa destruir o Serviço Regional de Saúde tal como nós o conhecemos enquanto edifício resultante do 25 de Abril e enquanto conquista autonómica. O governo pretende transformar a saúde numa mercadoria, ou seja, fazer da saúde um negócio”, denunciou Edgar Silva, esta tarde numa iniciativa política na cidade do Funchal.

Desta forma, o deputado comunista considera “que esta linha de desmantelamento” do Serviço Regional de Saúde tem de ser denunciada “enquanto ainda é possível defender” o acesso aos cuidados de Saúde.

Edgar Silva entende ainda que as populações têm que reivindicar contra as medidas do Governo Regional na área em causa.

Há um conjunto de serviços de direitos à saúde que estão a ser remetidos para as populações enquanto encargos. São as taxas moderadoras em relação às urgências e às consultas; são as situações de desativação de urgências em alguns centros de saúde; é a perspetiva de desativação de vários centros de saúde pela Região; entre outras medidas que em muito lesam os utentes”, concluiu o deputado e dirigente da CDU.

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