Freguesia da Ilha não será extinta

No que depender do Governo Regional assegurou, esta tarde, Manuel António Correia na XI Exposição Regional do Limão.

O secretário regional do Ambiente e Recursos Naturais afirmou, esta tarde, na XI Exposição Regional do Limão, na freguesia da Ilha, em Santana que o Governo Regional vai fazer de tudo para que a freguesia da Ilha não seja extinta como pretende “a troika”.

“Quero dizer olhos nos olhos às pessoas desta freguesia da Ilha que, é a freguesia mais jovem da Madeira, que apesar de ser uma freguesia jovem vai continuar por muitos e bons anos porque são as freguesias mais pequenas aquelas que estão mais longe dos centros que precisam continuar para apoiar a sua população, porque o seu trabalho e a sua ação são decisivos para a sua população. E por isso, da nossa parte tudo faremos, e certamente, conseguiremos que a freguesia da Ilha continue enquanto freguesia para defesa dos interesses a sua população”, declarou.

O governante adiantou também que nos próximos dias ele, o presidente do executivo regional e um grupo de empresários madeirenses  irão a Londres à Tomada de Posse da Associação Empresarial Santana, Madeira, Londres e levarão “uma missão empresarial de empresas madeirenses ligadas à produção de produtos regionais e que irão a Londres aproveitar esta conexão com a nossa comunidade, com empresários madeirenses radicados, nomeadamente, no comércio e distribuição, utilizar esta vantagem para vendermos e criarmos riqueza à economia da Região para que se possa fazer crescer o nosso rendimento a criação de emprego associada a produção regional”, salientou.

Aproveitando a ocasião, Manuel António enviou uns recados ao Governo Central, “a Madeira está a ser um exemplo de resistência, mas é preciso que outros que têm obrigações tenham a mesma atitude e cumpram a sua parte”, disse o secretário referindo-se ao acordo financeiro assinado entre a Região e o Estado português. “A verdade é que a Madeira e os madeirenses já cumpriram a sua parte, estão todos os dias a assumir as obrigações que resultam desse acordo, mas da parte do Estado ainda não existe igual correspondência, porque a Madeira ainda não teve os benefícios que já deviam cá estar”, reivindicou. Sobre a produção do limão, deste ano, esta ascendeu as mil toneladas.

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