Trabalhadores da EEM querem regime de exceção

Nos subsídios de natal e de férias. Para o efeito o Sindicato da Energia já pediu ao ministério da economia para analisar a situação.  

O SINERGIA – Sindicato da Energia, sindicato independente do sector energético, parceiro social e representante de trabalhadores da Empresa de Eletricidade da Madeira (EEM) esteve reunido hoje com a vice-presidência do governo Regional e com o presidente do conselho de administração da EEM. À saída da audiência Afonso Henrique Cardoso, presidente da direção do SINERGIA, explicou que uma das razões que levou o sindicato a reunir com o GR foi o pedido do regime de exceção ou de adaptação, decorrente da lei do Orçamento do Estado, que está a abranger todos os trabalhadores em particular os da empresa da EEM com cortes.

Afonso Henrique Cardoso esclareceu, na ocasião, que o sindicato já enviou há cerca de duas semanas um pedido de analise da situação ao Ministério da Economia que é a entidade responsável pelos regimes de exceção.

“A criação do regime de exceção em relação aos subsídios depende essencialmente do Ministério da Economia porque em face dos cortes, quer pela lei do Orçamento de Estado, quer do plano de ajustamento económico e financeiro da Madeira a decisão tem de ser tomada pelo governo central”, declarou, acrescentando que a situação da EEM pode ser mais delicada devido as regras do plano de ajustamento da Madeira.

“É um plano adicional que pode dificultar essa matéria, mas o Governo da República tem de dar o seu parecer porque tem analisado e tem permitido que isso seja feito noutras empresas com o argumento de que estão processos de privatização em curso”, lembrou.

O dirigente sindical considerou ainda que a EEM quer pelos resultados obtidos, quer por um processo de privatização parcial que está a ser implementado e que irá decorrer até ao fim do ano, reúne as condições de beneficiar do regime de exceção nos subsídios de natal e férias. De referir que foi garantido ao sindicato que os recursos humanos da EEM vão ser mantidos mesmo com a privatização parcial da empresa.

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