Meta da receita é uma “mera utopia” [Vídeo]

Plano de Ajustamento Financeiro não responde às reais carências económicas e sociais, diz o autarca.

“A Região Autónoma da Madeira precisa de uma estratégia a médio e longo prazo, que possa assegurar a sustentabilidade económica e simultaneamente ter uma almofada social”, reiterou o presidente da Câmara Municipal do Funchal, na abertura das Festas da Sé, que decorrem até 2 de Junho.

Num ambiente de festa e muita música, Miguel Albuquerque voltou a criticar o Plano de Ajustamento Financeiro, por entender que não dá resposta às reais carências sociais e aos objectivos de crescimento.

O autarca acrescentou mesmo que, neste momento, em que a autonomia está muito condicionada e a economia entra numa fase recessiva, o aumento da receita, previsto em 17,1, é praticamente utópico.

Quanto às Festas da Sé, que arrancaram hoje em várias artérias da cidade do Funchal, têm por objetivo estimular a economia e o sector da restauração, principalmente quando os comerciantes vêem-se confrontados com grandes dificuldades financeiras, também resultantes do aumento do IVA e da manutenção dos preços.

Jaime Freitas, secretário regional de Educação e Cultura, também marcou presença na abertura das festas, dizendo ser um bom momento para o convívio social da população, residente ou visitante, sobretudo quando os tempos são de algumas dificuldades.

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