Marca Laurissilva tem de ser alvo de uma aposta incisiva

O Governo terá em conta os conteúdos das intervenções do Congresso da Laurissilva, disse Manuel António Correia.

Terminou, há instantes, no Centro de Formação Agrária de São Vicente, o I Congresso da Costa da Laurissilva, organizado pelos municípios de Santana, Porto Moniz e São Vicente.

Na sessão de encerramento, o secretário regional do Ambiente e dos Recursos Naturais, Manuel António Correia, sublinhou que o Governo Regional terá em conta os conteúdos das intervenções dos participantes.

“A participação da comunidade em geral e, em particular, da comunidade científica, é muito importante para a boa gestão e melhoria da gestão deste património da Região. Considero que a marca Laurissilva é uma das mais fortes, se não a mais forte, da Madeira e tem de ser alvo de uma aposta incisiva”.

O secretário regional deu ainda conta do desenvolvimento verificado na área florestal, com o aumento dos hectares da Floresta Laurissilva. “A Floresta Laurissilva cresceu, nos últimos 30 anos, quase 4 mil hectares e tem possibilidade de crescer, pelos menos, mais dois mil hectares nos próximos tempos”.

Um dos assuntos em debate no Congresso foi o pagamento, por parte dos agentes turísticos, do acesso aos percursos pedonais. Uma ideia que não foi descartada por Manuel António, mas que obriga a outros procedimentos.

“A Madeira optou por um regime livre para a exploração dos percursos”, até mesmo para a promoção dos mesmos e das localidades onde se inserem. Por outro lado, mesmo com uma taxa sobre os percursos ou determinados artigos de merchandising, “haverá sempre percursos de acesso livre”.

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