Portugueses não querem renunciar ao veículo pessoal

Pouco mais de um terço dos automobilistas portugueses (34%) estariam dispostos a renunciar a um veículo pessoal.

O Observador Cetelem revela que, apesar do lançamento de novas soluções de mobilidade, somente pouco mais de um terço dos automobilistas portugueses (34%) estariam dispostos a renunciar a um veículo pessoal, para privilegiar a utilização de um veículo partilhado, de acordo com as suas necessidades.

Reunir num mesmo veículo várias pessoas que percorrem o mesmo trajeto, a fim de partilharem despesas de deslocação (o princípio da utilização conjunta de viatura) ou ainda alugar um veículo quando, ocasionalmente, há necessidade de o fazer (o princípio da partilha do veículo) são tendências que têm vindo a afirmar-se entre os utilizadores de automóveis.

No entanto, esta opção tem conquistado poucos adeptos na Europa. Apenas 36% estaria disposto a prescindir de qualquer veículo pessoal e a tornar-se somente um utilizador de um alugado sempre para partilhar quando necessário.

“O veículo privado, tal como é utilizado hoje em dia, encontra-se numa fase de profundas alterações. Já há alguns anos que se observa a separação entre a posse e a utilização do veículo pessoal. Na utilização conjunta ou de partilha de viatura, os automobilistas têm cada vez mais tendência em racionalizar as suas opções de mobilidade. No entanto, continuam a ser comportamentos com um crescimento modesto de ano para ano”, afirma Diogo Basílio, responsável pelo Observador Cetelem em Portugal.

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