Jardim Ramos nega perseguição aos médicos [VÍDEO]

O secretário dos Assuntos Sociais nega qualquer caso de maus tratos e perseguições a médicos na Região.

O secretário regional dos Assuntos Sociais, Francisco Jardim Ramos, nega que os médicos da Região sejam vítimas de maus tratos e perseguições no exercício das suas funções. Em declarações aos jornalistas à margem do Seminário “Economia Social e Solidária” o governante assegurou que os médicos da Madeira não têm motivos para aderir à greve marcada a nível nacional para 12 e 13 de Julho. “Os médicos não são maltratados. Há um grau de exigência que, em nome da sociedade tem de ser feito, nós temos um bom relacionamento em termos de organização e de prestação de cuidados com os médicos e profissionais de enfermagem”, declarou. Acrescentando que “há sempre abertura para conversar, como se atesta pelo clima agradável com que decorreram as reuniões com o Sindicato Independente dos Médicos”. Jardim Ramos considerou que o bom clima vai continuar e que não há estigma de maus tratos e perseguições e a acontecer são casos pontuais.

Já, sobre o facto de os médicos aderirem à greve devido também à perda do subsídio de fixação nas zonas rurais o governante explicou que os referidos subsídios foram implementados na RAM numa altura em que a acessibilidade a alguns pontos da ilha era muito difícil, sendo que atualmente já não se justificam. “Hoje em dia com os novos acessos rodoviários esbateram-se as distâncias e esses subsídios deixaram de fazer qualquer sentido. Era quase discriminatório para os outros profissionais que têm também que se deslocar e era também uma medida que estava para ser implementada pelo Plano de Ajustamento Financeiro”, assentiu. (Vídeo dentro de instantes).

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