Articulação “positiva” entre as várias entidades de socorro

Bruno Pereira, vice-presidente da Câmara do Funchal, faz um balanço positivo ao Exercício LivEx.

O Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil do Funchal foi ativado hoje, pelas 12h30, em virtude das consequências metereológicas que se viviam.

Apesar de se tratar de um simulacro, que visou testar a operacionalidade e a prontidão dos vários meios de socorro, o vice-presidente da Câmara Municipal do Funchal, Bruno Pereira, fez um balanço muito positivo à articulação entre as várias entidades.

Refira-se que o Exercício LivEx, que prossegue até às 21h, envolveu cerca de 50 viaturas (ambulâncias, pronto-socorro, etc.) e 250 meios humanos, havendo também a destacar as dezenas de voluntários que se prontificam a participar.

“Um dos maiores desafios que nós temos é, realmente, a articulação entre um conjunto de várias entidades que são membros da Comissão de Proteção Civil. E, portanto, é para nós (autarquia) fundamental estes simulacros, de forma a treinar e a permitir um melhor entrosamento as diferentes entidades”.

Bruno Pereira recordou que o Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil do Funchal fica concluído no final deste ano, após um período de discussão pública. Neste âmbito, no decorrer destes cenários de catástrofe, os profissionais madeirenses foram acompanhados por uma equipa de avaliadores, que dentro de duas semanas fará um relatório com aquilo que correu bem e mal.

A operacionalidade e a eficácia dos meios envolvidos foram postas à prova em quatro cenários concretos: incêndio na área de restauração do Madeira Shopping, inundações na baixa do Funchal, acidente rodoviário complexo com matérias perigosas e multi-vítimas e derrocada de um edifício. Este último cenário decorre dentro de momentos.

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