Crise impede avanço do projeto na totalidade

As obras de requalificação do Museu de História Natural do Funchal vão ser de feitas de forma fracionada.

“Neste momento, não temos condições para avançar com o projeto na totalidade. Porém, isto vai-nos facilitar porque também vai permitir que o próprio museu continue aberto ao público”, apontou o presidente da Câmara Municipal do Funchal.

Miguel Albuquerque destacou, ainda, que se trata de uma obra importante, pois “vai permitir, sobretudo, expor o espólio magnífico que este museu tem”.

O autarca falava esta tarde à margem da abertura oficial da exposição “Natureza da Madeira através do pincel Charles Frederick Raleigh Blandy”.

“Trata-se de uma exposição muito bonita que é no fundo a ilustração do que é o naturalismo inglês. São um conjunto de 24 aguarelas, pintadas por Charles Frederick no início do século XX, que retratam algumas das zonas mais bonitas da Madeira em termos de paisagem”, destacou Miguel Albuquerque.

Por sua vez, Manuela Aranha referiu que as aguarelas foram doadas ao Museu de História Natural do Funchal há muitos anos. “Sempre que visitava o museu pensava que estas aguarelas, que estavam expostas pelos corredores, eram fantásticas, porque são verdadeiros documentos da nossa flora madeirense”, observou, acrescentando que “está feliz” pelas aguarelas estarem agora em exposição e poderem ser vistas pelo público.

A comissária da exposição referiu, ainda, que foi responsável pela restauração das pinturas e respetivas molduras, as quais sofreram danos com o incêndio que atingiu o museu tempos atrás.

A exposição “Natureza da Madeira através do pincel Charles Frederick Raleigh Blandy” pode ser vista até ao final de setembro no Museu de História Natural do Funchal.

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