Conselho Regional do PSD atento à estratégia de divisão interna

Conselho Regional denuncia ainda uma “tensão insuportável” entre o Estado Português e a Madeira.

 

O II Conselho Regional do Partido Social Democrata não tem dúvidas que o sistema constitucional imposto pela República Portuguesa revelou-se impeditivo de um maior desenvolvimento integral da Madeira. Sendo que agora, até por causa do Plano de Ajustamento Financeiro, vive-se uma “situação de tensão insuportável e sem precedente entre o Estado Português e a Região Autónoma”.

Esta foi uma das conclusões apresentadas, hoje, no final da reunião dos sociais-democratas madeirenses. Apesar do Estado Português ter sido o alvo principal das críticas, por não estar a implementar as medidas necessárias ao desenvolvimento nacional e regional, as divisões internas também mereceram uma atenção especial.

Tânia Caldeira, porta-voz das declarações do Conselho Regional, referiu que mais do que os partidos da oposição, que procuram se “exibir o mais possível e mais do que os outros”, com uma clara carência de valores e de ideologia política, as atenções do PSD recaem nos problemas internos.

O partido “só tem de estar atento à estratégia de divisão interna, pela primeira vez fomentada pelos interesses acima mencionados e em troca da resolução de variados problemas, aliás tentada desde as últimas eleições regionais e onde não faltam entendimentos e cumplicidades com partidos adversários. O que, na hora própria, acabará por merecer sanção dos Órgãos competentes do PSD/Madeira, por traírem os objetivos do Partido e traírem sobretudo numa ocasião tão difícil.

Da reunião do II Conselho Regional do Partido Social Democrata saíram também algumas indicações para as próximas eleições autárquicas, que começam a ser preparadas depois do Verão, assim como uma solicitação à participação de membros e militantes do partido na Festa do Chão da Lagoa, a 22 de Julho.

“A Festa do Chão da Lagoa é a maior afirmação de força do Povo Madeirense”, apontou Tânia Caldeira, acrescentando ainda que a oportunidade será aproveitada para defender as causas sociais-democratas e derrotar os “adversários”.

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