Cemitério do Porto da Cruz ‘sem condições’

O partido afirma que a população da freguesia “está revoltada, mas tem medo de se manifestar com medo das represálias”.

O MPT deslocou-se esta manhã ao cemitério do Porto da Cruz, no sentido de denunciar “alguns atentados que estão a ser feitos às famílias dos defuntos”.

“Os nossos cemitérios são os dormitórios dos nossos defuntos. Porém, na freguesia do Porto da Cruz as ossadas dos nossos defuntos são metidas em sacos pretos e levadas para parte incerta”, apontou Fernando Góis, acrescentando que a população “está revoltada, mas tem medo de se manifestar com medo das represálias”.

O dirigente do MPT denunciou, ainda, que o elevador do cemitério em causa nunca funcionou e já se “encontra enferrujado”, faltando ainda uma capela naquele espaço. “O cemitério também tem uma grande inclinação que não facilita a mobilidade das pessoas. A porta do cemitério por vezes fica toda a noite aberta, ficando o espaço à mercê do vandalismo”, frisou.

Fernando Góis acusou as entidades locais de “não se preocuparem” com esta situação. “A preocupação foi fazer um cenáculo para deitar as cinzas, no qual foram gastos cerca de 15 mil euros”, concluiu.

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