“O Caminho dos Pés descalços na Laurissilva”

O projeto é apresentado amanhã oficialmente no Centro de Ciência Viva do Porto Moniz.

O Centro Ciência Viva em Porto Moniz vem, desde o inicio do mês de junho, coordenando um Projeto intitulado “”, que tem vindo a ser desenvolvido por duas estagiárias do Curso Profissional Técnico de Turismo Ambiental e Rural, a Laura Melim e a Liliana Ramos, da EBS Dª Lucinda Andrade – São Vicente.

“A ideia surgiu, da necessidade de oferecer algo de novo aos nossos visitantes, uma experiência única, que permite-se sentir, cheirar a Floresta Laurissilva e gostar! E porque é o tema principal deste Centro”, destaca um comunicado enviado pelo Centro de Ciência Viva do Porto Moniz.

O referido projecto tem por base dois grandes objetivos: Constituir o primeiro trabalho das estagiárias, preparando-as para enfrentar o mercado de trabalho que cada vez mais é exigente; e dar utilidade e reconhecimento ao seu trabalho, através do Centro Ciência Viva, em oferecer um projeto inovador aos visitantes da ilha da Madeira.

Trata-se de uma experiência, com aproximadamente 23 milhões de anos, pois a Floresta Laurissilva data do Período do Terciário e que será feita sem sapatos, descalços.

“Trata-se de um projecto único e inovador, de conhecimento e com beneficio para a saúde, dado que esta floresta é um ‘verdadeiro laboratório de vida’, são inúmeros os seus benefícios a vários níveis, como seja a elevada biodiversidade, ser detentora de um vasto e rico Património Natural e Mundial, através da sua constituição, beleza natural e paisagística. Promove a ilha da Madeira alem fronteiras, com as suas levadas e veredas, que são um ex-libris cultural da ilha e conhecidas internacional e como tal a ideia surgiu a partir daqui”, realça o Centro de Ciência Viva.

Nesse sentido, recriou-se uma vereda, um caminho que permitisse “sentir” a Natureza da ilha da Madeira, “sentir” a Floresta Laurissilva, mas de forma diferente, descalço. Trata-se uma recriação, de um caminho com aproximadamente 20 metros, com 17 elementos diferentes, provenientes da Floresta Laurissilva, tais como: urze, barbuzano, areão do Chão da Ribeira, til, uveira da serra, eucalipto, louro, feto, vinhático, musgo, rocha da Ribeira do Chão da Ribeira, massaroco, madre-louro, figueira do inferno, folhagem de til, louro e folhado, faia das ilhas e pinhas.

Para além do conhecimento cientifico, comum e da interatividade, foi desenvolvido o aspeto lúdico e didático, através da realização de jogos.

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