MAI disponível para enviar apoios para a Madeira

O Ministro da Administração Interna fez uma rápida passagem nos locais afetados pelo incêndios.

O Ministro da Administração Interna, Miguel Macedo, está de visita à Região Autónoma da Madeira e já passou por alguns dos locais afetados pelos incêndios, nomeadamente nas Águas Mansas, concelho de Santa Cruz, e Palheiro Ferreiro, concelho do Funchal.

A propósito da utilização de meios aéreos, uma reivindicação já antiga das populações, reiterou que a mesma não se julga adequada, até pela orografia do terreno. “Do ponto de vista técnico, o que me dizem é que, na esmagadora maioria das situações, não podem ser utilizados meios aéreos”. E, por isso, estão a ser utilizados todos os meios considerados adequados.

Desde terça-feira que vários concelhos da Região estão a ser fustigados e as corporações de bombeiros não têm mãos a medir. O vento tem sido um duro adversário e as temperaturas quentes potenciam os reacendimentos.

De Lisboa chegaram, esta tarde, 81 elementos de apoio ao Serviço Regional de Proteção Civil. O Ministério da Administração Interna garantiu, neste contexto, que estão disponíveis para enviar mais meios para a Região e que existem, por outro lado, mecanismos que podem ser ativados neste tipo de ocorrências. Mas “temos de ter prioridades”.

Miguel Macedo quis assim manifestar toda a solidariedade nacional para com a Região Autónoma da Madeira e garantiu que, ao longo da madrugada de hoje, esteve sempre a acompanhar a situação.

“Aquelas imagens impressionam e sei que causaram, a justo título, alguma preocupação nas populações, mas a Proteção Civil, dos bombeiros, da Polícia de Segurança Pública e as entidades regionais fizeram um magnífico trabalho, nas dificílimas condições que ontem assistimos”.

Após uma breve reunião, na Quinta Vigia, o Ministro da Administração Interna seguiu com o presidente do Governo Regional, o secretário regional do Ambiente e dos Recursos Naturais, o secretário regional dos Assuntos Sociais e o presidente do Serviço Regional de Proteção Civil da Madeira para a Calheta. Recorde-se que naquele concelho, na freguesia da Ponta do Pargo, há várias habitações danificadas e palheiros completamente destruídos. O fogo ainda não foi dado como extinto.

[fblike style=”standard” showfaces=”false” width=”450″ verb=”like” font=”arial”] [fbshare type=”button”]

Pin It on Pinterest