Quatro fogos ainda por controlar [VÍDEO]

Jardim adianta que as situações mais complicadas são em Gaula, Águas Mansas, Carreiras e Achadas da Cruz.

O presidente do Governo Regional Alberto João Jardim fez, esta tarde, um ponto da situação dos incêndios na Região. O governante começou por agradecer o trabalho de todas as corporações de bombeiros, profissionais da proteção civil, PSP, GNR e Ministério da Administração Interna e lamentou que os responsáveis pelo incêndios de 2010 ainda não tenham sido julgados.

Sobre a falta de água Jardim garantiu que em princípio não irá faltar água nas casas das pessoas, no entanto, apelou à população que gaste o menos de água possível.

O presidente do executivo regional adiantou também que o governo vai solicitar todos os meios de apoio que estão previstos nos tratados europeus, no mesmo esquema, que foi utilizado na catástrofe de 20 de fevereiro de 2010.

Sobre a situação dos fogos Jardim adiantou que, neste momento, estão a combater os incêndios 50 viaturas e 250 homens.

Neste momento, as situações mais complicadas são Gaula, Rochão, Águas Mansas, e Carreiras locais onde o fogo não está ainda controlado.

Controlados estão os fogos da Camacha, Lombada e a Morena, no concelho de Santa Cruz. No Funchal existem apenas pequenos reacendimentos que estão perfeitamente controlados.

No concelho de Machico, zona da Serra e Água e Portela estão em fase de rescaldo. Nos Canhas a situação também estão sob controle. Pior estão as Achadas da Cruz no Porto Moniz e a Fajã da Ovelha. Já, na Ponta do Pargo os incêndios estão controlados segundo explicou o governante.

Sobre os danos causados Jardim explicou que há a lamentar uma casa destruída e um aviário no Rochão, freguesia da Camacha. Na Ribeira Brava também foram destruídas duas habitações.

Questionado sobre o número de casas já destruídas o governante não avançou um número concreto, contudo, disse apenas que devem ser cerca de 15 e adiantou ainda o Governo Regional tem disponíveis através do Instituto de Habitação 50 fogos para possíveis desalojados.

No final o presidente do governo apelou ao cuidado com as notícias que se dão para que não hajam alarmismos.

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