Bombeiros querem evitar cerco às Achadas da Cruz

Outra frente de fogo segue em direção ao centro da freguesia do Porto Moniz.

Após um final de madrugada mais calmo, os incêndios no concelho do Porto Moniz voltam a preocupar.

Neste momento, segundo o presidente da Câmara Municipal do Porto Moniz, “a maior frente de fogo encontra-se numa zona inacessível”. Pelo que os esforços das corporações de bombeiros concentram-se nos reacendimentos que surgem junto às habitações e em evitar que o fogo cerque a freguesia das Achadas da Cruz.

Mas depois, estando salvaguardada a situação na freguesia das Achadas, a prioridade passa por combater a frente de incêndio que se aproxima das portas da vila, onde se realiza a Feira Agropecuária.

“Não há qualquer maneira de combatê-la no local, não há acesso rodoviário e mandar os bombeiros ao encontro desse fogo é um suicídio. Estamos a tentar atalhar a situação das Achadas e depois tentar que o fogo não passe para a parte urbana do Porto Moniz”.

Valter Correia quis sublinhar, nesta ocasião, o trabalho incansável dos bombeiros que andam no terreno há já alguns dias e do grupo de intervenção da GNR (cerca de 50 elementos) que estão no local, assim como a colaboração dos populares, sem os quais não conseguiriam “salvar as habitações que foram salvas”.

Nas freguesia das Achadas da Cruz encontra-se também o Representante da República, Ireneu Barreto, que está a acompanhar os incêndios desde ontem. “Penso que está a ser feito o máximo possível, com os meios disponíveis”, disse, acrescentando, no entanto, que vai pedir mais explicações sobre a utilização ou não de meios aéreos na Região Autónoma da Madeira.

Apesar dos estudos já realizados, Ireneu Barreto quer, “com calma e sem polémicas”, um estudo mais recente sobre o assunto.

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