Dor crónica afeta mais de três milhões de portugueses

Especialistas pedem reconhecimento da dor crónica como “doença” grave.

A Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED) organiza o 5º Encontro Nacional das Unidades de Dor, nos dias 19 e 20 de Outubro, na Escola Superior de Saúde do Instituto Politécnico de Leiria.

“Procuramos alcançar o reconhecimento da dor crónica essa “epidemia silenciosa” que afeta mais de três milhões de portugueses, como uma “doença” grave e debilitante, junto dos decisores políticos e institucionais, dos profissionais de saúde, e da população em geral. Este encontro será, o reafirmar do nosso compromisso na promoção da melhoria da acessibilidade ao tratamento da dor, em Portugal,” explica Duarte Correia, presidente da APED.

A dor crónica é caracterizada como uma dor persistente ou recorrente, de duração igual ou superior a três meses, e/ou que persiste para além da cura da lesão que lhe deu origem. A lombalgia crónica, a osteoartrose, as cefaleias e a artrite reumatóide são algumas das causas mais frequentes de dor crónica. Se a dor não for adequadamente tratada, a qualidade de vida das pessoas está gravemente afetada, podendo em muitos casos conduzir à incapacidade para o trabalho.

A Associação Portuguesa para o Estudo da Dor tem por objetivos promover o estudo, o ensino e a divulgação dos mecanismos fisiopatológicos, meios de prevenção, diagnóstico e terapêutica da dor. Para mais informações consulte www.aped-dor.com.

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