FPF aprova reestruturação

A Direção da Federação Portuguesa de Futebol esteve reunida hoje tendo aprovado um novo plano de reestruturação.

A Direção da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), reuniu-se hoje e aprovou um plano de reestruturação do organismo que tutela o futebol em Portugal.

Fortes investimentos nas áreas de desenvolvimento estratégico, tecnologias de informação, marketing e comunicação, para além de uma revitalização nas áreas da prestação de serviços aos “stake holders”, em especial às associações regionais e distritais, e no campo administrativo e financeiro marcarão esta nova etapa da vida da organização.

“Nestes cerca de oito meses de mandato, fizemos uma análise detalhada da instituição. Do que estava a correr bem, daquilo em que poderíamos melhorar de imediato e do que se devia começar a mudar tendo em vista o médio e longo prazo. A FPF é uma organização quase centenária e isso, invariavelmente, obriga a que se faça um esforço grande de adaptação e modernização”, afirmou o presidente da FPF.

Até ao final do mandato, a Direção pretende classificar todas as áreas funcionais da FPF com certificação de qualidade ISO, com o objetivo de atingir e ver reconhecido um elevadíssimo nível de profissionalismo, eficácia e rentabilidade na gestão, de modo a maximizar os recursos económicos ao serviço da missão da Federação.

“Vamos mudar o paradigma em que a Federação vivia. Queremos uma organização mais autónoma e proactiva, com uma nova dinâmica (sem esquecer a nossa vocação de associação desportiva dotada de utilidade pública), e que se torne em breve numa referência para as organizações do nosso sector. Vamos reorganizar a casa, instituindo um modelo que nos parece mais adequado aos desafios que se estão à nossa frente e que contribua para a melhor a prossecução do nosso principal desígnio que é o desenvolvimento do Futebol português, em todas as suas vertentes. Queremos uma maior abertura ao exterior e uma filosofia de orientação para a obtenção de resultados claramente estabelecidos, olhando para os recursos humanos como um corpo profissional, qualificado e motivado”, continuou Fernando Gomes.

“Estudámos várias hipóteses e contámos com o apoio da FIFA e da UEFA, que estão a incentivar as federações a adaptarem as suas estruturas à realidade dos nossos dias, numa lógica mais empresarial, algo que já está a acontecer com as nossas homólogas mais desenvolvidas. Por outro lado, decidimos reforçar ainda mais a ligação às associações regionais e distritais, formalizando a criação do Gabinete de Apoio às Associações. Estão lançadas definitivamente as bases para que o programa com que nos candidatámos seja cumprido até ao fim do mandato.”, concluiu o líder federativo.

Proceder-se-á a uma divisão clara entre toda a área administrativa, jurídica, desportiva e financeira, que será supervisionada pelo Secretário-geral, e a área de desenvolvimento, que ficará sob responsabilidade do diretor-geral.

Assim, para a coordenação de toda a vertente interna, e na sequência da saída do anterior secretário-geral, Ângelo Brou, foi nomeado para essa função Paulo Lourenço que exercia funções de assessor jurídico e coordenador da área administrativa e financeira da FPF nos últimos anos. O diretor-geral, que reportará e apoiará diretamente o presidente e a direcção da FPF, será Tiago Craveiro, antigo secretário-geral da Liga Portuguesa de Futebol Profissional.

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