Puerto Calero foi o 1.º a chegar ao Funchal

As primeiras embarcações participantes na regata chegaram à Madeira ontem, por volta das 17h00, após cerca de 50 horas de viagem.

O primeiro a cruzar a meta, entre o Cais do Funchal e a Pontinha, foi o Puerto Calero. Já em terra, Alejandro Morales deu voz à felicidade da tripulação. «Foi uma regata difícil por causa da falta de vento, acabámos por estar muito tempo no mar. Mas deu para navegar e acabou por ser uma regata dura mas bonita. A parte final, na chegada ao Funchal, foi a pior, porque tivemos 4 horas praticamente parados, parecia que íamos “entregar o ouro ao bandido», riu-se o relações públicas do
Puerto Calero. «Agora vamos desfrutar daquilo que nos oferece a Madeira. Na tripulação há pessoas que já conhecem a ilha, outras para quem é a primeira vez, por isso vamos com os mais experientes a conhecer», revelou.

Pouco tempo depois chegou o Adrian H. Macaronesia. O skipper Daniel Adrian também queixou-se do vento fraco, sobretudo na largada de Santa Cruz de Tenerife. «A maioria dos barcos optaram por um trajecto por fora, nós seguimos um caminho diferente, pelo no norte de Tenerife, e caímos num “poço sem vento”. Mas na chegada às Ilhas Selvagens avistámos os outros concorrentes e depois lutámos durante toda a noite para ganharmos terreno e a verdade é que esta manhã já estávamos numa boa posição», regojizou-se Adrian, satisfeito com o 2.º lugar. «Durante a noite apanhámos 14 nós! Obrigou-nos a trabalhar bastante, mas conseguimos um bom andamento e acabámos quase “colados” ao vencedor. Foi muito emocionante e divertido.»

A terceira embarcação a cruzar a meta foi o Cachito/Marina de Rubicon, de Augusto Escuder. «Foi uma regata difícil, não dormimos nada porque quisemos recuperar terreno quando o vento surgiu. Mas as regatas são assim mesmo e estamos muito satisfeito por estar na Madeira.»

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