“80 Voltas ao Sol” aborda a emigração

Uma “narrativa sobre uma história simples de um homem simples”, diz o autor Lourenço Freitas.

museu“80 Voltas ao Sol” será apresentado, a 21 de Junho, pelas 16h30, no Museu de Imprensa da Madeira.

O livro, de Lourenço Freitas, narra a história de um “homem simples” que se entregou à causa pública no pós-25 de abril de 1974 e que passou pelo drama da emigração sem nunca ter saído da ilha. Um homem “que agora, na era da cibernética, quebrado e gasto, qual personagem “aureliano” de Garcia Marques partilha as suas histórias com um grupo de jovens com quem frequentemente reúne no café da praceta, a quem transmite a fórmula para atingir a utopia”.

A obra, que será apresentada por Francisco Fernandes, aborda igualmente o presente contextualizado com o “fado da emigração” desde o Brasil, Demerara, Havai, África do Sul, Estados Unidos da América, Curaçau, Venezuela e Europa, para onde a ilha da Madeira se transfere ciclicamente, sempre que o seu povo parte à procura de dias melhores.

Lourenço Freitas diz que nesta sua primeira obra literária seguiu um percurso narrativo apoiado numa pequena ficção enredada com a história, procurou “colocar uma vírgula num ponto da sua vida e simultaneamente entreter, emocionar, sensibilizar e partilhar”.

Licenciado em Comunicação Social, pela Universidade Nova de Lisboa, Lourenço Freitas foi jornalista durante a década de 1990, no Notícias da Madeira, Jornal da Madeira e Diário de Notícias, entre 2002 e 2013 foi Chefe de Gabinete do Presidente da Câmara Municipal de Câmara de Lobos e atualmente é diretor do Museu de Imprensa da Madeira.

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