Aguardente e licores com cana da Madeira mantêm imposto reduzido

No ano 2000 a produção da Região foi de 2871 toneladas e este ano espera-se uma produção à volta de 8250 toneladas.

macO sector da cana sacarina é um bom exemplo do crescimento sustentado da agricultura madeirense e do trabalho dos produtores.

Ontem, na abertura oficial da X Feira Regional da Cana-de-Açúcar, no concelho da Ponta do Sol, o secretário regional do Ambiente e dos Recursos Naturais, Manuel António Correia lembrou que no ano 2000 a produção de cana da Região foi de 2871 toneladas e este ano espera-se uma produção à volta de 8250 toneladas. “Mais 10% que o ano passado, anualmente estamos a crescer, mas estruturalmente é um grande crescimento”. Uma aposta na produção que conta ainda com todos os parceiros públicos e privados que garantem o escoamento do produto.

O governante mostrou-se igualmente satisfeito pela decisão da União Europeia, depois de longas e difíceis negociações, de prolongar o regime de bonificação sobre a produção e o consumo de rum e licores produzidos na Madeira. “Conseguiu-se que houvesse essa aprovação final. Está assegurada. Até 2020 a aguardente e os licores produzidos com cana da Madeira e derivados da cana da Madeira continuam a ter um imposto reduzido, de apenas 25%, quando produzidos e comercializados na Região”.

[fblike style=”standard” showfaces=”false” width=”450″ verb=”like” font=”arial”] [fbshare type=”button”]


PUB