Portugal com mais infraestruturas de saúde

Em 2013, existiam 226 hospitais em Portugal, sendo que este número aumentou 6% em 11 anos.

upPor ocasião do Dia Mundial da Saúde, que ocorrerá amanhã, dia 7 de abril, o INE apresenta alguns indicadores sobre a saúde, relativos ao período 2002-2013. É também disponibilizada a publicação Estatísticas da Saúde 2013 com informação organizada nas seguintes áreas temáticas: hospitais, centros de saúde, farmácias e medicamentos, profissionais de saúde, partos e mortalidade.

Assim, em 2013, existiam 226 hospitais em Portugal, sendo que este número aumentou 6% em 11 anos (de 213 em 2002 para 226 hospitais em 2013), com destaque para o aumento de hospitais privados (de 94 em 2002 para 107 em 2013).

No mesmo período, verificou-se também uma tendência para o acréscimo de importância dos hospitais privados relativamente a atendimentos nos serviços de urgência, internamentos, consultas médicas no âmbito da consulta externa e atos complementares de diagnóstico e terapêutica. Na realização de grandes e médias cirurgias manteve-se a preponderância dos hospitais oficiais.

Por sua vez, em 2012, existiam em Portugal 387 centros de saúde, dos quais 94 com serviço de urgência básica (SUB) ou serviço de atendimento permanente ou prolongado (SAP) e 17 com internamento. Em 10 anos, verificou-se um decréscimo acentuado no número de centros de saúde com SUB ou SAP e com internamento, e consequentemente nos atendimentos de urgência e nos internamentos realizados nestes estabelecimentos. Registou-se, ainda, uma redução do número de consultas, todavia em menor dimensão.

O número de profissionais inscritos na Ordem dos Médicos registou uma subida de mais de 11 mil, entre 2002 e 2013, resultando num aumento de 3,2 para 4,3 médicas/os por mil habitantes.

No mesmo período, o número de enfermeiras/os inscritas/os registou um acréscimo de cerca de 24 mil profissionais, resultando no aumento de 4,0 para 6,3 enfermeiras/os por mil habitantes.

Em 2013, mais de metade dos óbitos ocorridos no país foi causada por doenças do aparelho circulatório (29,5%) e por tumores malignos (24,3%). No grupo das causas relacionadas com as doenças do aparelho circulatório registou-se a predominância das doenças cerebrovasculares e das doenças isquémicas do coração. No conjunto das mortes provocadas por tumores malignos evidenciaram-se as originadas por tumor maligno da laringe e traqueia, brônquios e pulmão, tumor maligno do cólon, tumor maligno do estômago e tumor maligno do tecido linfático/hematopoético.

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