CDU contra ‘batota’ no processo eleitoral

Edgar Silva considera também imprescindível acabar com os eleitores fantasmas.

fotografia 3“A necessidade de uma limpeza dos cadernos eleitorais, de rigor e transparência que terá que resultar de cadernos eleitorais que façam corresponder os eleitores realmente existentes na Região àqueles que são os números dos cadernos eleitorais impõem-se com uma medida inadiável para credibilizar, para garantir a transparência”, defendeu Edgar Silva, hoje no final da audição com o Representante da República.

O deputado da CDU, que viu a coligação eleger dois deputados no último ato eleitoral, considera ainda que os últimos episódios verificados no processo eleitoral “em nada credibilizam” a imagem da Madeira a nível nacional. “A Madeira aos olhos do país já era o ‘offshore’ político pelos impedimentos, pelas incompatibilidades, pelos privilégios que alguns detentores de cargos políticos têm. Como se isso não bastasse, aparece agora aos olhos do país como um lugar de ridículo eleitoral. Parece que na Madeira nem se sabe contar”, satirizou.

Edgar Silva reforçou também que o último ato eleitoral “teve o mérito” de mostrar três coisas, designadamente: que “os mecanismos que promovem a fraude estão aí”, “que a fraude e a batota eleitoral fazem parte do sistema” e “que os batoteiros não foram embora”.

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