Mazda anuncia recorde de vendas à escala mundial na primeira metade do Ano Fiscal

A Mazda Motor Corporation vendeu um volume recorde de 775.000 veículos na primeira metade do seu Ano Fiscal 2016-17, ligeiramente acima do anterior recorde para o mesmo período registado há um ano. A Europa contribuiu com 123.000 unidades*, 12% mais do que nos mesmos seis meses de há um ano, muito graças ao excelente desempenho de vendas do seu SUV urbano Mazda CX-3 e do roadster Mazda MX-5. A Mazda anunciou também sólidos crescimentos na China (+22%, 133.000 unidades), na região ASEAN (+18%, 54.000 unidades) e Austrália (+4%, 60.000 unidades).

As receitas desta primeira metade do ano ascendem a 1.550 biliões de ienes (13.100 milhões de euros), abaixo em termos de ienes devido ao reforço da moeda japonesa, mas em alta em termos de euros e de dólares. A Mazda anunciou um lucro operacional de 88.300 milhões de ienes (748 milhões de euros) entre 1 de Abril e 30 de Setembro, bem como um lucro líquido de 56.100 milhões de ienes (475 milhões de euros) **.

A Mazda continua a fazer progressos contínuos através de novos modelos e tecnologias, tendo lançado recentemente dois novos SUVs: o Mazda CX-4 na China e o Mazda CX-9 na América do Norte, Austrália e noutros pontos do planeta. As atualizações de modelos continuam agora na Europa, abrangendo as gerações de 2017 do Mazda6 e do Mazda3, ambos agora integrando a inovadora tecnologia de controlo SKYACTIV-VEHICLE DYNAMICS. Adicionalmente, iniciou-se em Outubro a produção do novo Mazda MX-5 RF, versão de hardtop eléctrico retráctil do lendário roadster, e será apresentada este mês, no Salão de Los Angeles a nova geração do Mazda CX-5, o modelo da marca que mais vende na Europa.

A Mazda está também a desenvolver veículos de emissões zero e sistemas de condução autónoma, numa abordagem de desenvolvimento em torno do ser humano, de modo a encontrar as soluções mais adequadas ao reconhecido foco centrado no condutor.

Pelo acima, a Mazda volta a sublinhar a sua meta de vendas globais, estimadas em 1,55 milhões de veículos para o Ano Fiscal que finda a 31 de Março de 2017. Reviu outras previsões para a totalidade desse ano de modo a reflectir um iene mais forte, observando que os efeitos cambiais negativos iriam ser, pelo menos parcialmente, compensados por melhorias em termos de custos e eficiência. As projecções de receitas são agora de 3.150 biliões de ienes (27.200 milhões de euros), antecipando-se um lucro operacional de 150.000 milhões de ienes (1.290 milhões de euros) e um lucro líquido de 100.000 milhões de ienes (862 milhões de euros). Os dividendos anuais permanecem inalterados em 35 ienes por acção.

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