Papa denuncia “loucura homicida” do terrorismo

O Papa denunciou esta segunda-feira, no encontro com o corpo diplomático acreditado junto do Vaticano, a “loucura homicida” do terrorismo fundamentalista islâmico. Francisco também pediu a todos os responsáveis religiosos que “lembrem vigorosamente que nunca se pode matar em nome de Deus”.

“São gestos desprezíveis, que usam crianças para matar, como na Nigéria. Visam quem reza, como na catedral copta no Cairo, ou simplesmente quem passeia nas ruas de uma cidade, como em Nice e Berlim, ou quem festeja a chegada do Ano Novo, como em Istambul”, lembrou. “Apelo a todas as autoridades religiosas para que se mantenham unidas e lembrem vigorosamente que nunca se pode matar em nome de Deus.”

Jorge Bergoglio diz que o “terrorismo fundamentalista é fruto de grave miséria espiritual, à qual está frequentemente ligada também uma pobreza social” e que pode ser plenamente derrotado com a contribuição comum de líderes religiosos e políticos.

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