Novo dicionário da Academia de Ciências tem o contributo do Instituto Português de Fotografia

O Instituto Português de Fotografia e a Academia de Ciências de Lisboa assinaram um protocolo de colaboração para o novo Dicionário da Academia. Dois desafios foram colocados ao instituto: rever todos os termos relacionados com a área de fotografia, mas também propor a entrada de novos vocábulos que não tenham figurado na primeira edição da obra. O fundador do Instituto Português de Fotografia, Augusto Moraes Sarmento, tem a responsabilidade de colaborar com o projeto.

Depois de, em 2001, ter sido lançada a primeira edição do “Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea”, a Academia de Ciências está a trabalhar numa nova obra, estabelecendo um protocolo de parceria com o Instituto Português de Fotografia para os vocábulos relacionados com a área da fotografia. Augusto Moraes Sarmento que, há quase meio século, teve a visão e a ousadia de fundar o instituto, vai ter a missão de rever todos os termos relacionados com a área da fotografia, mas também propor a entrada de novas palavras que não tenham entrado na primeira edição da obra.

«É uma enorme satisfação poder colaborar com a Academia de Ciências de Lisboa, uma instituição pública de enorme prestígio», sublinha Augusto Moraes Sarmento. O fundador do Instituto Português de Fotografia promete «dar o meu singelo contributo para uma obra tão importante para os Portugueses, especificamente em relação aos termos relacionados com a área da fotografia.»

A elaboração de um novo Dicionário da Academia pretende dar continuidade à edição de estreia, alargando e renovando o conceito do primeiro projeto dos seguintes modos: por um lado, ampliando o seu leque de vocábulos com uma ampla cobertura do léxico geral e científico atuais, dos regionalismos e dos vocábulos de uso generalizado e corrente nos diversos países e regiões lusófonos; por outro lado, levando a cabo alterações de critérios em consonância com os princípios lexicográficos mais atuais; por fim, pela disponibilização do conteúdo em plataforma digital, à semelhança do que acontece com os produtos lexicográficos de instituições congéneres de outros países.

Licenciado em direito e jurista, Augusto Moraes Sarmento fundou o Instituto Português de Fotografia em 1968. Uma ideia sustentada «pela paixão pela fotografia, mas também a necessidade de aprender o mais possível sobre a área».
Sobre o Instituto Português de Fotografia

Com 49 anos de experiência na formação em fotografia, o Instituto Português de Fotografia (IPF) é a mais antiga e prestigiada instituição dedicada à área em Portugal. Quase meio século de ensino de excelência, mas também de promoção dos seus formandos. O IPF é a solução para quem aspira ser profissional da fotografia, ou o recurso para os muitos amantes da fotografia que desejam evoluir ou simplesmente potenciar o equipamento de que dispõe, seja uma câmera fotográfica ou um smartphone. Uma ampla oferta formativa, inclusivamente para os mais novos – há formações orientadas para crianças a partir dos seis anos de idade!

Com sede em Lisboa e instalações na cidade do Porto, o IPF é reconhecido pelo Instituto Português da Qualidade (IPQ) como Organismo de Normalização Sectorial para a Fotografia em Portugal, tendo também assento como membro permanente na ISO, representando Portugal, no seu comité de fotografia. Na sua história também já organizou inúmeras ações de formação por todo o país – ilhas incluídas

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