Rubina Leal diz que “muitos” vão ficar lesados com o PDM

A candidatura do PSD à Câmara Municipal do Funchal (CMF) “não aceita” que o actual executivo camarário, liderado por Paulo Cafôfo, coloque o Plano Director Municipal (PDM) à discussão pública numa altura de férias e de campanha eleitoral, considerando que “o documento vai lesar o património de muitos funchalenses”.

Não faz qualquer sentido em período eleitoral e em período de Verão, estar a ser discutido um documento que é tão importante e tão valioso para o nosso concelho e para toda a Cidade do Funchal”, afirmou esta manhã Rubina Leal, a cabeça-de-lista do PSD-M, durante uma visita à freguesia de Santo António.

A candidata recordou que o PDM estava, em 2013, pronto para ser submetido a discussão pública, que o PSD suspendeu, porque entendeu que deveria ser o executivo seguinte a proceder à sua avaliação.

Estão a fazer agora exactamente o contrário, colocando o PDM a discussão pública no período eleitoral”, acusou Rubina, apontando o dedo ao executivo camarário por ter andado quatro anos a “brincar aos papéis” em vez de trabalhar num documento “tão estruturante” para a Cidade do Funchal.

Lembrando que a discussão pública em torno do documento foi “escassa”, a candidata social-democrata defendeu que o PDM não pode ser aprovado neste período. Um PDM que, sublinhou, poderá ter uma vigência de 10 anos.

Este documento irá lesar muito as pessoas, nos seus terrenos e nas suas propriedades, uma vez que não vão poder construir em determinadas zonas”, avisou, acrescentando que nem as pessoas, nem as instituições foram ouvidas. “Passados quatro anos, só agora é que vai decorrer a discussão pública. Não podemos aceitar uma situação desta natureza. Estamos aqui para defender a nossa população e o património das pessoas que irá ficar lesado.”

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