Hotelaria com quebra no número de dormidas

As primeiras estimativas para o mês de julho de 2017 apontam para um decréscimo homólogo de 2,2% nas dormidas, mantendo-se contudo a tendência de crescimento nos proveitos totais e de aposento, que subiram 6,9% e 8,7%, respetivamente. A nível nacional, pela mesma ordem, as variações observadas nestas variáveis foram de +4,7%, +13,1% e +15,2%.

É contudo de assinalar que as estimativas apontam para um crescimento nos hóspedes entrados em 4,9%, o que face à redução nas dormidas acima referida, traduz uma diminuição da estada média, que passou de 5,66 noites em julho de 2016 para 5,34 noites em julho de 2017.

O total de dormidas na RAM no mês em referência rondou os 765,0 milhares enquanto os proveitos totais e de aposento atingiram os 43,3 e 28,4 milhões de euros, respetivamente.

Nos mercados tradicionais, assinala-se um decréscimo nas dormidas de turistas britânicos e alemães (variações de ‑2,7% e -1,8% face a julho de 2016, respetivamente), enquanto o mercado francês registou um aumento de 1,2%. O mercado nacional registou uma quebra de 6,3%.

Tendo em conta o acumulado dos primeiros sete meses de 2017, conclui-se que as dormidas cresceram 1,6% na R. A. Madeira, enquanto os proveitos totais registaram um incremento de 8,6% e os de aposento de 8,9%, comparativamente ao período homólogo.

A taxa líquida de ocupação-cama (TLOC) no mês em referência fixou-se em 79,8%, 1,4 pontos percentuais abaixo do observado em julho de 2016, mantendo-se no entanto como a mais elevada entre as regiões NUTSII portuguesas.

Há a salientar ainda o acréscimo homólogo do rendimento médio por quarto (RevPAR) em 7,6%, para 62,85€.

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