Posturas Municipais do Séc. XVII debatidas em Machico

Filipe Santos fala sobre o quotidiano da população de Machico nos finais do século XVII.

No âmbito da programação do Município da Cultura decorreu ontem, em Machico, uma conferência denominada “Quotidiano de Machico em finais do século XVII a partir das posturas municipais” que foi proferida pelo investigador Filipe Santos. Na sua prelecção Filipe Santos explicou que por exemplo as posturas municipais de Machico, nos finais do século XVII, mandatavam que a câmara municipal se posiciona-se e regulamenta-se o quotidiano dos habitantes de Machico.

O que consegui perceber ao estudar e investigar estas posturas foi que há uma tentativa de modificar o quotidiano de Machico nos finais do século XVII, há um impulso reformador que chega ao ponto dos lavradores serem obrigados a ter um certo número de cabeças de gado, no caso, ovelhas e de gado bovino”, explicou, acrescentando que as posturas municipais também impunham ao povo normas e ferramentas de trabalho e horário de trabalho.

De acordo com o investigador os pescadores e os mestres de ofícios do concelho de Machico nos finais do século XVII tinham de cumprir um horário de trabalho que começava ao nascer do sol e terminava à hora das avé-marias.

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