ACIF: Formação ao encontro das necessidades dos associados

Em 2012 estão previstas 60 acções de formação. No ano passado estiveram envolvidos 3 mil formandos.

A ACIF – Associação Comercial e Industrial do Funchal apresentou, hoje à tarde, o Plano de Formação 2012.

Estão previstas cerca de 60 acções de formação e alguns seminários. A próxima é já nos dias 5 a 7 de Março – “Alterações ao Código do Trabalho: A crise económica e o novo paradigma laboral”.

Duarte Rodrigues fez questão de dizer que “a formação advém, acima de tudo, das necessidades que são detectadas junto dos associados. Temos um trabalho de auscultação para perceber quais as principais necessidades e quais as principais lacunas e, por isso, temos tido uma adesão bastante simpática”.

Em 2011, por exemplo, foram ministradas 7 mil horas de formação para um total de 3 mil formandos, na grande maioria associados (95%), bem como 29 mil horas de consultoria. Mas as formações são também abertas a empresários não sócios, sendo que o valor cobrado encontra-se isento de IVA.

Cristina Pedra, responsável pela execução do Plano de Formação da ACIF, observou que estas formações são realizadas com base em legislação actualizada, pelo que são do interesse dos participantes. “Temos técnicos que são conhecidos pela sua experiência” e “numa altura de grande recessão as empresas têm de se diferenciar pela qualidade”.

Dos seminários previstos para o ano 2012 constam, entre outros: “Nova Lei do Arrendamento Urbano”, com o professor doutor Menezes Leitão; “IVA nas Agências de Viagens”, com Ana Berga; e “Regime Geral das Infracções Tributárias, com o orador Costa Alves.

Duarte Rodrigues considerou estes momentos únicos, pela credibilidade dos profissionais intervenientes. “Temos tido a preocupação de trazer pessoas com grande credibilidade. Isto vem, de facto, trazer ao de cima a importância de pertencer a uma associação”.

De referir que após a acção de formação será atribuído um Certificado aos formandos que assistam a pelo menos 80% da sua duração total; no caso de acções de formação que contemplem avaliação aos formandos mantém-se a mesma regra da assiduidade (80%), mas o formando terá de concluir a acção com aproveitamento.

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