É preciso promover o fado

Rosa Madeira defende que é necessário que os empresários apostem mais na promoção de eventos ligados ao fado.

Rosa Madeira considera que existem bons fadistas na Região, referindo, no entanto, que os mesmos não têm possibilidade de o mostrar devido à reduzida dimensão do mercado.

No sentido de contornar a situação, a fadista defende que era preciso empresários que apostassem em promover espetáculos, no sentido de divulgar o fado junto das pessoas “que gostam do fado e se interessam pela cultura”.

É preciso desenvolver toda esta ‘família’ fadista, mas num sentido em que os empresários também se envolvessem e organizassem espetáculos de fado com boas condições de som e de luz, à semelhança do que acontece com outros géneros de eventos”, frisou Rosa Madeira.

A fadista falava esta tarde na Escola Gonçalves Zarco, à margem de uma iniciativa denominada “O Fado na Escola” promovida pelo Grupo de Português.

Na ocasião, Rosa Madeira falou à plateia sobre a importância de preservar a nossa cultura, as nossas raízes e a nossa música. “Vou abordar o percurso do fado até aos dias de hoje. Ou seja vou falar da sua história, do seu desenvolvimento ao longo dos séculos e dos seus principais interpretes, onde se destaca Amália Rodrigues que impulsionou e abriu o fado às gerações mais novas”, observou.

A fadista abordou também o reconhecimento do Fado pela Unesco como património imaterial da humanidade, destacando “que todos os portugueses ganharam com esta distinção”.

Registe-se que Rosa Madeira presenteou os alunos e professores da Gonçalves Zarco cantando alguns dos seus temas, tendo sido acompanhada na viola por Pedro Zamora.

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