PS defende eleições antecipadas

Victor Freitas não aceita que a passagem de testemunho da liderança do Governo Regional seja feita dentro do PSD, pois ‘apenas cabe ao povo decidir quem governa’.

O presidente do PS Madeira entende que se for descoberta uma nova dívida oculta Alberto João Jardim “não tem condições para liderar” a Região Autónoma da Madeira.

“O senhor presidente do governo, se surgir mais um cêntimo de dívida oculta, só tem um caminho: pedir a sua demissão junto do presidente da República. A Madeira não tem condições para ter à frente dos seus destinos alguém que esconde as contas, ainda para mais na situação extremamente difícil que a Madeira está a viver”, apontou Victor Freitas, esta tarde na sessão de encerramento das segundas jornadas do grupo parlamentar do PS.

O líder socialista apelou, ainda, ao presidente da República para estar atento àquilo que se está a passar na Região e, se for necessário, demita o Governo Regional do PSD. “Nós não podemos cada semana que passa ter contas diferentes. Temos de ter um futuro estável e o senhor presidente da República tem de olhar para a Região”, defendeu.

Victor Freitas avisou, ainda, que o PS “não aceita, em momento algum, a passagem de testemunho” do governo dentro do PSD sem eleições antecipadas. “A existir passagem de testemunho, quem passa esse testemunho é o povo da Madeira, o que significa que tem de haver eleições antecipadas”, observou.

Por isso, “se por alguma razão o Governo Regional do PSD cair. Ou se por alguma razão entenderem fazer algumas alterações no governo, essas alterações só podem ser escudadas na vontade popular dos madeirenses e dos portossantenses”, reforçou o líder do PS.

[fblike style=”standard” showfaces=”false” width=”450″ verb=”like” font=”arial”] [fbshare type=”button”] [twitter style=”vertical” float=”left”]

Pin It on Pinterest