“É preciso preservar a dimensão imaterial das quintas” [Vídeo]

Francisco Clode defendeu, esta tarde, que é fundamental preservar o património material das quintas do Funchal, mas também a dimensão imaterial das mesmas.

O museólogo, Francisco Clode, foi o orador da conferência “As Quintas do Funchal Intimidade e Emoção” que decorreu, esta tarde, no auditório da Câmara Municipal do Funchal.

Em declarações ao CidadeNet Francisco Clode referiu que é urgente preservar o património material extraordinário que as quintas da Madeira têm, sendo que é também fundamental preservar a sua dimensão imaterial.

“É fundamental preservar a dimensão do imaterial, ou seja, aquilo que não é palpável mas que faz parte de uma história que tem pelo menos mais de 200 anos”, salientou. O museólogo acrescentou ainda que “a quinta madeirense distingue-se da quinta portuguesa de recreio, é uma estrutura muito especial e que se desenvolve nesta baía alpendurada sobre o atlântico e que vai condicionar a sua própria existência”, frisou, ressalvando que pelas quintas da Madeira passaram inúmeras personagens ilustres que “podem fazer parte de todos os romances possíveis e imaginários”, concluiu.

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