PND acusa ‘família Ramos’ de esconder património

Gil Canha afirma que “Jaime Ramos e o filho esconderam todo o seu património numa única empresa, tendo em vista ocultar outras empresas”.

O PND diz que tem vários processos judiciais contra si, os quais foram instaurados por membros do Grupo Sousa, do Jornal da Madeira e do Governo Regional. Porém, “na nossa coleção falta-nos uma medalha, que é o processo do senhor Jaime Ramos. Não temos esse bombom e agora talvez ele nos ofereça esse presente”, apontou Gil Canha, esta manhã em conferência de imprensa.

Assim, o vereador do PND na Câmara Municipal do Funchal apontou que, há uns anos atrás, o seu partido consultou a declaração de rendimentos e património da ‘família Ramos’ no Tribunal Constitucional. “Curiosamente existiam cerca de 60 empresas do senhor Jaime Ramos, muitas delas fornecedores do Governo Regional e das empresas que fazem empreitadas para o Governo. Anos mais tarde, voltamos a consultar a lista de rendimentos e de património do senhor Jaime Ramos e do seu filho e só apareceu uma empresa, a Somagesconta, que gere participações sociais de outras empresas”, transmitiu.

Desta forma, Gil Canha acusa a “família Ramos” de ter “escondido todo o seu património numa única empresa só para ocultar as outras empresas”, acrescentando que o PND apresentou uma queixa no Tribunal Constitucional. “Até hoje não sabemos qual foi a resposta”, apontou.

O dirigente do PND afirmou, ainda, que o seu partido “irá acompanhar atentamente a queixa” que o PS Madeira apresentou junto do Ministério Público, tendo em vista a investigação “das empresas do senhor Jaime Ramos e do seu filho e de todos os negócios que envolvem ligações ao Governo”.

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