Menor redução de pessoal nos Açores

Esta foi a garantia dada por Carlos César após reunião com o Presidente do Conselho de Administração do BANIF.

O Presidente do Governo dos Açores afirmou hoje que, por via do diálogo com o BANIF, verifica-se que, “face às intenções iniciais, a redução de pessoal será menos significativa e, no âmbito dessas reduções de pessoal, os processos por via de reforma antecipada, nesta fase, já duplicaram em relação áquilo que estava inicialmente previsto”.

As declarações de Carlos César foram prestadas aos jornalistas após ter recebido em audiência no Palácio de Sant´Ana o Presidente do Conselho de Administração do BANIF, Luis Amado.

Carlos César afirmou “compreender” a necessidade de o banco se reestruturar para responder às exigências de cumprimento de rácios que são colocadas, mas defendeu que, atendendo à importância que o BANIF tem nos Açores, a relação dominante que o banco aqui tem e o seu relacionamento histórico com as entidades públicas e o tecido privado na Região “deve ser adotado um procedimento de especial sensibilidade na redução de pessoal que estava prevista” para os Açores.

“Nós temos também apreciado”, acrescentou, “que, da parte da instituição, tem havido uma preocupação de colocar a par o Governo Regional do que está a acontecer e confiamos que esse processo continuará a correr com essa tendência de menor prejuízo para os visados”.

“Evidentemente”, prosseguiu, “o melhor é que as pessoas conservem o seu posto de trabalho, o melhor é que as pessoas tenham segurança no trabalho, mas as circunstâncias limite como aquelas que estamos a viver e que a instituição não pode deixar de implementar, nós fazemos votos e temos feito trabalho correspondente para que seja o menor número possível de pessoas atingidas e que essas rescisões se processam nas melhores condições para as pessoas em causa”.

O Presidente do Governo dos Açores destacou ainda o papel do BANIF enquanto “força essencial na dinamização da atividade económica” na Região.

“É importante que o BANIF continue a assegurar a vitalidade da economia açoriana”, realçou, destacando ainda o facto de as situações de incumprimento nos Açores não terem relevância, ao contrário do que acontece noutras regiões do país. “E é importante que se saiba”, sublinhou, “que bancos como este, que têm uma importância tão significativa na nossa Região, tem menos problemas nos Açores do que tem noutros lugares”.

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