SITAM teme ‘invasão chinesa’

Ivo Silva alerta que é necessário proteger o comércio tradicional e os postos de trabalho.

A direção do SITAM (Sindicato dos Trabalhadores de Escritório, Comércio e Serviços da RAM) entregou esta tarde, na Quinta Vigia, uma carta a solicitar um pedido de audiência ao presidente do Governo Regional. A referida reunião, segundo explicou Ivo Silva, tem como objetivo abordar o comércio tradicional e a expansão do comércio oriental.

“Sabemos que o senhor presidente do governo não morre de amores pelos empresários chineses. Por isso, acreditamos que numa reunião conjunta seja possível encontrar-se soluções para o problema enormíssimo da atividade comercial asiática, a qual prejudica a atividade do comércio tradicional”, apontou o presidente do SITAM.

Ivo Silva mostrou-se também muito preocupado pelo Bazar do Povo passar a ser explorado por empresários chineses. “É muito grave que um estabelecimento ex-libris da cidade do Funchal esteja na mão de asiáticos. Porque somos autonomistas, tudo devemos fazer para nos protegermos contra aquilo que possa colocar em causa a nossa autonomia e o direito dos comerciantes madeirenses”, defendeu.

O responsável pelo SITAM acusou ainda os empresários chineses de concorrência desleal e de exploração de mão de obra. Para além disso, “a qualidade do comércio chinês nada tem que se compare com comércio dos nossos estabelecimentos de origem”, concluiu.

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