A “vergonha nasce em casa”

Rui Alves, presidente do Nacional, barafustou com ameaças de demissão a perda de fundos para o futebol profissional.

A forma como o fez - que inferioriza qualquer educação da pessoa humana, com absurdos dirigidos a gente competente e educada - acabou por receber uma benesse do senhor Presidente do Governo, Alberto João Jardim: mais de 500 mil euros.

Assim se faz a nossa terra de "verticalidade distorcida".

Chamou a Miguel Albuquerque seu empregado, e com a posterior confirmação da benesse governamental, coloca-se ao lado dos opositores do autarca, invocando arremessos de palavras ocas tendentes à casca da pessoa humana.

Para quem se serve do futebol para contrapor partidariamente os outros, e dele parece receber cerca de 8 mil euros por mês, não deixa espaço para dúvidas comportamentais.

Às vezes parece que temos dois mundos na nossa terra chamada Madeira. Um "mundo" do interesse primário, que secundariza as necessidades sociais em detrimento do interesse materialista de alguns; e um outro "mundo" - real - que acontece todos os dias, com gente desempregada, com fome, com problemas na banca, com morosidade das autarquias e no governo.

E andamos a "brincar" às escondidas, com "quinhentas" coisas mesquinhas, tão-só importante para uma discutível minoria.

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