Fundação Garouta do Calhau já é uma realidade

O anúncio foi feito hoje no final de um ‘flash mob’ que juntou 250 crianças que integram o projeto “Férias Divertidas”.

Pelo 3º ano consecutivo, a Associação Garouta do Calhau promoveu, ao início desta tarde, um ‘flash mob’, o qual juntou cerca de 250 crianças que integram o projecto “Férias Divertidas”. O referido evento constitui uma forma de agradecimento à cidade do Funchal e a todos aqueles que apadrinham o projecto “Férias Divertidas”.

O ‘flash mob’ juntou várias pessoas na placa da Avenida Arriaga, entre residentes e turistas, os quais observavam curiosamente, filmavam e fotografavam a coreografia executada pelos participantes. No final do evento, cantou-se os parabéns à designer madeirense Nini Andrade, não faltando um bolo de aniversário, o champanhe e uma oferta.

Na ocasião, também foi anunciada a criação oficial da Fundação Garouta do Calhau, que tem Nini Andrade como principal impulsionadora.

Ricardo Silva, presidente da Associação de Desenvolvimento Comunitário do Funchal (ADCF), explicou que sempre foi “uma ambição” da irmã, Nini Andrade, constituir uma fundação com o nome “Garouta do Calhau”. “O nome Garouta do Calhau no fundo é uma marca que serviu para desenhar móveis há uns anos atrás. Depois, a Nini teve a ideia de fazer a Fundação Garouta do Calhau, sendo que nós também na ADCF começamos a usar o nome como marca”, indicou.

Ricardo Silva frisou, também, que a ADCF e a fundação são instituições distintas. “A ADCF gere seis centros comunitários da área do Funchal, onde temos idosos e crianças. Por sua vez, a fundação é uma estrutura muito mais lata, pode atuar no mundo inteiro na área da ciência, cultura, artes e no apoio aos mais carenciados”, observou

O presidente da ADCF disse, ainda, que a primeira benemérita da fundação foi “uma senhora anónima (empregada doméstica) que sempre viveu de forma simples e pobre, mas que quis deixar para os mais desfavorecidos as suas poucas poupanças”.

À margem do ‘flash mob’, Marco Freitas, um dos dinamizadores do projeto ‘Férias Divertidas’, lamentou que este ano houve menos ‘padrinhos a apadrinhar’ as férias das crianças, apontando, assim, que tem sido difícil gerir as atividades por razões de ordem financeira.

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