CDU exige mais formação nas empresas de trabalho temporário

Comunistas estão preocupados com a desvalorização do trabalho das mulheres.

A CDU/Madeira reuniu, hoje pela manhã, no Aeroporto da Madeira, para abordar a grave problemática da exploração e desvalorização do trabalho das mulheres.

A dirigente Herlanda Amado adiantou que as estatísticas comprovam um aumento do trabalho ‘escravo’ e um recurso à mão-de-obra barata.

“As medidas que têm sido implementadas nos últimos tempos não facilitam o emprego. Pelo contrário, as medidas facilitam sim o aumento do desemprego” e da precariedade laboral por empresas de trabalho temporário.

A porta-voz da iniciativa política explicou que muitas trabalhadoras, para além de não terem formação adequada, efetuam trabalho mal pago. “Estas mulheres são consideradas mão-de-obra barata. Antigamente as empregadas de quarto, por exemplo na hotelaria, tinham formação e consequente estágio, mas hoje em dia isso não acontece”.

A CDU/Madeira considerou assim que sem uma formação adequada, aos vários serviços prestados, é a Região Autónoma da Madeira que fica a perder. “Fica colocado em causa o serviço de qualidade, de excelência, a que sempre habituamos as pessoas”.

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