Raimundo Quintal divulga ‘manchas da Madeira Nova’

Desta vez, o geógrafo denuncia que entre a Estrada Monumental e o Caminho Velho da Ajuda existe um extenso terreno repleto de matagal e de lixo.

Após os violentos incêndios que fustigaram a Madeira “sem piedade”, o geógrafo Raimundo Quintal alerta, na sua página do Facebook, que ainda há muito trabalho de prevenção por se fazer, no sentido de se reduzir os riscos de novos incêndios. “Depois de uma semana de imagens de fogo, de destruição, de gritos, de competição política entre as chamas e sobre as cinzas, a problemática dos incêndios desapareceu dos noticiários. Antes que o vento de leste volte a fustigar a Madeira, criando condições favoráveis à ação de pirómanos, gente vingativa e pessoal negligente, o governo e as autarquias têm a obrigação de desencadear uma enorme batalha com o objetivo de reduzir drasticamente os riscos de incêndio nas áreas urbanas e suburbanas atualmente carregadas de combustível”, transmitiu.

Assim, num artigo publicado no Facebook – intitulado “O fogo passou, a prevenção tarda a chegar”, devidamente acompanhado por catorze fotografias – o geógrafo e ambientalista denuncia que entre a Estrada Monumental e o Caminho Velho da Ajuda existe um extenso terreno repleto de matagal e de lixo. “É com um enorme aperto no coração que partilho convosco estas catorze fotografias do matagal e das lixeiras que ocupam literalmente um enorme terreno entre a Estrada Monumental e o Caminho Velho da Ajuda, bem perto do local onde nasci. Lembro-me dos poios esmeradamente cultivados com bananeiras, abacateiras, papaieiras, vinhas e plantas hortícolas. Recordo-me perfeitamente das pequenas casas e dos terreiros sombreados pelas latadas de vinha do António do Engenho, do Noca, do João da Fonte, do José do Cutela, dos Henriques, do Alexandre e da minha avó materna”, escreve.

[fblike style=”standard” showfaces=”false” width=”450″ verb=”like” font=”arial”] [fbshare type=”button”] [twitter style=”vertical” float=”left”]

Pin It on Pinterest