CDU exige criação de “orçamento participativo”

Os comunistas defendem que a CMF deve criar um “orçamento participativo” em que sejam as pessoas a decidir quais são as prioridades dos investimentos.

A CDU/Madeira esteve esta manhã junto ao Hotel Monte Carlo, no Funchal, mais uma vez, para falar da necessidade da reabilitação urbana como forma de combater o desemprego, garantido a segurança das pessoas e dos bens “através da necessidade de realizar pequenas obras de remodelação feitas por micro-empresas da nossa cidade de maneira a que não se entre no descalabro enorme da insegurança social que nós temos na nossa cidade”, alertou o dirigente da CDU, Dírio Ramos, em conferência de imprensa.

O porta-voz da iniciativa referiu que a Câmara Municipal do Funchal (CMF) devia fazer como várias autarquias do Continente criar um “orçamento participativo”.

“As câmaras da Madeira teimam em não ter, o chamado orçamento participativo, há uma verba de três milhões de euros, por exemplo, que é atribuída, em cada ano, e de forma organizada as populações defendem a prioridade desses investimentos”, explicou o dirigente comunista, acrescentando que o vereador da CDU na autarquia do Funchal vai propor que se acrescente ao Orçamento para 2013 uma verba maior para as obras de requalificação urbana. “A reabilitação cria emprego, que é o que nós interessa mais, não pressupõe a incorporação de muitos materiais, é muito mais mão de obra e vamos exigir que o Orçamento da Câmara Municipal do Funchal acrescente um pouco mais de valor monetário para esse tipo de obras”, concluiu.

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