ARPIRAM solidária com jornada nacional de luta do MURPI

A associação denuncia que os reformados, pensionistas e idosos estão “a ser particularmente penalizadas pelas políticas de austeridade”.

idos

A ARPIRAM – Associação de Reformados, Pensionistas e Idosos da Região A

utónoma da Madeira expressou a sua solidariedade e apoio, através de um comunicado enviado às redações, à jornada nacional de luta e de protesto que o MURPI – Confederação Nacional de Reformados,

Pensionistas e Idosos promoverá este sábado, dia 11 de abril, com ações por todo o País, visando a reivindicação por mais e melhores condições de vida para todos os Portugueses e, em particular, para os reformados, pensionistas e idosos, faixas sociais “particularmente penalizadas pelas políticas de austeridade e de corte nos direitos e dos rendimentos que têm sido promovidas pelos sucessivos governos e que atingiu um patamar particularmente gravoso com o atual Governo do PSD/CDS-PP”.

“Cada vez mais se assiste à desresponsabilização do Estado face às suas obrigações para com os cidadãos. Cada vez mais se torna insuportável a forma como o Governo marginaliza os cidadãos, empurrando-os para verdadeiras ‘periferias sociais’, com os seus direitos minimizados, quando não obliterados. Cada vez mais se nota a degradação da economia, o aumento da pobreza, do desemprego, do custo de vida, da carga fiscal, da instabilidade e da exploração laborais, a par da diminuição dos rendimentos e dos apoios sociais e da qualidade dos serviços públicos prestados às populações, serviços esses que são dados de mão beijada a grandes interesses económicos, em detrimento do desenvolvimento do País e do bem-estar do Povo”, pode ler-se no comunicado enviado pela ARPIRAM.

A associação denuncia, ainda, que “também aqui na Região Autónoma da Madeira, os idosos, os reformados e os pensionistas são vítimas dos processos de terrorismo social implementados por governações que preferem pactuar com os interesses do grande capital em vez de trabalhar pelo Povo e para o Povo. Também aqui, na Madeira e no Porto Santo, os idosos, os reformados e os pensionistas têm motivos mais que suficientes para lutar e protestar. Merecemos viver a reforma com dignidade e respeito pelos nossos direitos”.

[fblike style=”standard” showfaces=”false” width=”450″ verb=”like” font=”arial”] [fbshare type=”button”] [twitter style=”vertical” float=”left”]

Pin It on Pinterest