Noite de fado com Tânia Oleiro e Gonçalo Castelbranco

Em noite de fado no Casino Estoril, agendada para a próxima Quarta-Feira, 30 de Novembro, a partir das 23 horas, Tânia Oleiro e Gonçalo Castelbranco sobem ao palco do Lounge D acompanhados por Diogo Lucena Quadros e Bernardo Romão, nas guitarras, e Luis Roquette, na viola. A entrada é livre.
Nascida em Lisboa, em 1979, Tânia Oleiro recorda, na sua infância o fado cantado pela sua mãe, o que a levou a apaixonar-se, desde muito cedo, por este género musical.

Com apenas 10 anos, iniciou o seu percurso fadista, ao participar e vencer a “Grande Noite do Fado”, de Setúbal. Participou em “noites de fado” e diversos concursos de fado amador, dos quais foi vencedora do 1º Concurso de Fado da Cidade de Odivelas e do 1º Encontro de Fado de Almada, em 2002. Tânia Oleiro colaborou em diversas colectâneas: Fado Sempre! Ontem, Hoje e Amanhã, Fado (Box CD + 4 Wine Bottles) e Bar Lisbon – Classic & New Portuguese Flavours.

Posteriormente, foi uma das convidadas de Rão Kyao, para participar no seu disco Em’cantado, ao lado dos fadistas, Ana Sofia Varela, Camané, Carminho, Manuela Cavaco e Ricardo Ribeiro. Foi integrada na colectânea “Divas do Fado”, destinada a sublinhar a importância da mulher no fado e na internacionalização deste género musical.

Gonçalo Castelbranco é considerado uma das referências da nova geração. Aos 27 anos, participou já em vários espectáculos musicais, tanto em Portugal como no estrangeiro, tendo sido aplaudido pelo seu protagonismo no musical “O Nazareno”.

As raízes fadistas estão presentes na sua voz, muito por influência das suas ligações familiares a Frei Hermano da Câmara. Nos últimos dois anos, marcou presença assídua no “Arredar Bar”, histórica casa de fados, em Cascais, que foi recuperada para as grandes noites fadistas da região, e onde Gonçalo Castelbranco foi o artista residente.

As noites de fado prosseguem, desta vez, com dois jovens talentos da “canção nacional” que prometem um espectáculo intimista do Casino Estoril. São diferentes estilos interpretativos a não perder no Lounge D.

goncalo

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