Quatro escaparam à morte por ironia do destino

O avião que transportava a equipa da Chapecoense, que despenhou-se esta segunda-feira antes de chegar a Medellín, na Colômbia – com nove tripulantes e 72 passageiros, entre os quais a equipa de futebol, técnicos e dirigentes, bem como um grupo de jornalistas – deixou poucos sobreviventes.
Apenas o guarda-redes Jackson Follmann, o lateral Alan Ruschel, o defesa central Helio Zampier Neto, o jornalista Rafael Henzel e dois membros da tripulação sobreviveram, mas também houve quem escapasse à tragédia por ironia do destino.

Marcelo Boeck, antigo guarda-redes do Sporting, por exemplo, não seguiu viagem com a comitiva da Chapecoense porque fez anos na segunda-feira e pediu dispensa para festejar o aniversário. Alejandro Martinuccio não estava bem fisicamente, caso contrário teria sido convocado. Matheus Saroli, filho do treinador, escapou ao mesmo destino do pai porque esqueceu-se do passaporte. E Luciano Bulignon, o prefeito de Chapecó, que foi convidado para acompanhar a delegação no jogo da Taça Sul Americana, resolveu seguir viagem apenas terça-feira, num voo comercial.

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