Escola Bartolomeu Perestrelo testa Plano de Emergência

A Escola Básica dos 1.º, 2.º e 3.º Ciclos com Pré-escolar Bartolomeu Perestrelo realizou, na manhã de segunda-feira (21 de março), um simulacro no âmbito da implementação das suas medidas de autoproteção contra incêndio em edifícios e, particularmente, de teste do seu Plano de Emergência. Estiveram presentes neste exercício diversos agentes da Proteção Civil e observadores externos, estes últimos com o objetivo de avaliar a intervenção dos meios de socorro, bem como o comportamento das equipas de segurança e utentes do edifício numa situação de emergência.

Foram simulados um incêndio num laboratório de química do 3.º piso do edifício, a ocorrência de uma vítima de queimaduras e de um desaparecido. Os Bombeiros Voluntários do Funchal estiveram envolvidos na busca e salvamento e no combate às supostas chamas, numa operação que serviu também de treino dos seus procedimentos operacionais. Na zona limítrofe da escola, o trânsito foi momentaneamente condicionado pela PSP, simulando também uma situação real.

Na posterior avaliação do simulacro, foi relevada pelos diversos agentes e observadores (PSP, Bombeiros, Serviço Municipal e Regional de Proteção Civil e SRE) a importância destes treinos para todos agentes envolvidos, bem como o adequado comportamento dos alunos, docentes, não docentes e equipas de segurança durante e após a situação de emergência.

Estiveram envolvidas neste simulacro cerca de 900 pessoas, entre adultos e alunos, sendo estes de idades compreendidas entre os 4 e os 16 anos, uma vez tratar-se de uma escola integrada com alunos desde o Pré-escolar ao 9.º ano.

Para além da sua obrigatoriedade legal, estes exercícios e simulacros são muito importantes no sentido de treinarem e aferirem todos os procedimentos de emergência, processos conducentes a que toda a comunidade escolar esteja o melhor preparada possível para agir em caso de incêndio nas suas instalações. São determinantes ainda para consciencializar e fomentar uma crescente cultura de segurança. Nesta missão, os docentes com o cargo de Delegados de Segurança nas escolas têm desempenhado um papel preponderante, permitindo que as questões dos riscos mantenham-se um assunto “vivo” nas escolas.

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