Mercado dos Lavradores passa a ter certificação de qualidade

A Câmara Municipal do Funchal vai implementar, pela primeira vez na História do Mercado dos Lavradores, um processo de certificação de qualidade, especialmente focado nas questões da higiene e da segurança alimentar. A certificação foi adjudicada à empresa regional QualiRAM, que conta com extensa experiência de mercado e um leque multifacetado de serviços, e terá como outras áreas de intervenção a segurança e saúde no trabalho, o ambiente, a consultoria na área agrícola, biológica e de marketing e vendas, e o apoio legislativo e nutricional.

Outra grande novidade será o serviço de Personal Planing, dirigido a todos os comerciantes do Mercado, e que vai incidir na excelência no atendimento, na valorização dos clientes e das reclamações e na arte de bem comunicar, entre outras questões de caráter emocional e comportamental. O Presidente da Câmara Municipal do Funchal, Paulo Cafôfo, defende que “o primeiro objetivo foi envolver e valorizar os nossos comerciantes, para que possamos juntos apontar a esta meta comum que é responder com cada vez mais excelência às exigências de um mercado cada vez mais competitivo.” A primeira ação de formação decorreu ontem.

Paulo Cafôfo recorda que, “assim que o atual Executivo entrou em funções, foi feito um diagnóstico dos Mercados Municipais, identificadas as principais carências e definida uma estratégia central que assentou numa aposta forte na sua Revitalização, inserida no Programa de Revitalização do Comércio e Serviços do Funchal. As questões relativas à qualidade foram, assim, colocadas em primeiro plano, porque nos pareceu primordial que a excelência dos produtos vendidos fosse inatacável, num espaço que é a maior montra de atividade agrícola da Região e uma das maiores salas de visita do Funchal.”

Para Paulo Cafôfo, “os objetivos a médio e longo-prazos para os Mercados Municipais passam, justamente, por esta melhoria contínua dos serviços, por mais e melhor certificação, pela diversificação integrada da oferta e pela preservação da identidade dos espaços, como máxima agregadora de qualquer intervenção presente e futura.”

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