V Congresso Português de Alimentação e Autarquias promove mudança de hábitos alimentares

O V Congresso Português de Alimentação e Autarquias, que se inicia já amanhã, dia 27 e se prolonga até dia 28 de junho no Centro Cultural de Vila Flor, em Guimarães, parte do desafio proposto ao poder local de integrar várias políticas públicas num determinado espaço geográfico e assim conseguir a mudança mais fácil de hábitos alimentares.

Os hábitos alimentares inadequados são o principal determinante dos anos de vida saudável perdidos pelos portugueses. Para mudar comportamentos alimentares é necessário apostar na educação para mudar conhecimentos e atitudes e no meio ambiente que rodeia as famílias, tornando a escolha saudável mais fácil.

As autarquias já fazem a gestão das escolas e da alimentação escolar a par do planeamento urbano, de algumas questões de saúde, da gestão dos mercados municipais onde se vendem alimentos, da ação social ou até de espaços públicos onde é possível adquirir alimentos. São assim estruturas ideias para se planear de forma integrada na promoção da alimentação saudável.

Em 2017, com o apoio mais uma vez da Universidade do Porto e da Direção-Geral da Saúde, o congresso tem como tema principal “O papel da Alimentação na Identidade e Competitividade das regiões”. São convidadas autarquias tão diferentes como Tavira, Lisboa, Maia, Torres Vedras, Gaia, Odivelas, Freamunde, Braga, Amarante, Guimarães, Arouca, Dijon ou Barcelona e a participação de estruturas internacionais como a Organização Mundial de Saúde, o Fórum de Davos, a FAO ou a Comissão Europeia.

Os visitantes do congresso poderão participar ainda em quatro cursos gratuitos sobre os temas “Desafios da oferta alimentar nas escolas – ementas vegetarianas, alergias e intolerâncias alimentares”, “O SPARE como ferramenta on-line gratuita para a construção de ementas nas escolas – Da teoria à prática”, “O SPARE como ferramenta on-line gratuita para a avaliação da higiosanidade – Da teoria à prática” e “Intervenções alimentares em populações de risco – Integração dos profissionais de educação, da saúde e assistentes sociais”.

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