SIRESP falhou várias vezes entre 2010 e 2017

A lista de falhas do SIRESP é extensa e consta de vários relatórios de desempenho produzidos pela própria gestora da rede entre 2010 e 2017, incluindo cortes de energia, falhas em baterias, ausência de geradores de reserva, cabos ardidos ou destruídos durante tempestades, estações fora da rede e antenas móveis e fixas com pouca capacidade para dar conta das comunicações de emergência.

Segundo escreve o JN esta segunda-feira, o sistema usado pelos bombeiros e pelas forças de segurança colapsa quase todos os anos e vai abaixo não só durante os incêndios (como os de Pedrógão Grande e Mação) mas também durante tempestades. Aconteceu, por exemplo, em Fevereiro de 2014, quando a “Stephanie” fustigou vários distritos durante três dias e 13% do total da rede esteve em baixo devido a cortes de energia.

No início desta década, os bloqueios no SIRESP também aconteceram na véspera do arranque da Cimeira da NATO e, cinco meses antes, em Maio, quando o Papa Bento XVI visitou o país e as três estações-base da zona do Santuário de Fátima não aguentaram o volume de tráfego.

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