2,4 milhões de euros investidos na reabilitação e requalificação de habitações degradadas

A Secretária Regional da Solidariedade Social revelou ontem, em Angra do Heroísmo que, desde o início da legislatura, já foram investidos 2,4 milhões de euros na reabilitação e requalificação do parque habitacional da Região.

À data, adiantou Andreia Cardoso, a Secretaria Regional da Solidariedade Social, através da Direção Regional da Habitação, “tem em execução ou já executou apoios à recuperação de habitação degradada atribuídos a mais de 300 famílias, num valor global de investimento de 2,4 milhões de euros em toda a Região Autónoma”, prevendo-se já no próximo ano “uma intervenção também superior a 2 milhões de euros ao nível da reabilitação do parque habitacional da Região Autónoma dos Açores”.

A secretária regional visitou ontem 15 imóveis recuperados no âmbito dos apoios disponibilizados pelo Governo dos Açores e ao abrigo de um acordo estabelecido com a Junta de Freguesia de Santa Luzia, que apoiou as famílias na gestão destes apoios, correspondendo a um investimento de cerca de 51 mil euros.

“Como temos vindo a dar nota pública, o Governo Regional adotou como boa prática a celebração de parcerias com entidades públicas e privadas, de que é exemplo deste acordo com a junta de freguesia, permitindo chegar a mais famílias e optar por uma gestão mais próxima das necessidades e da respetiva solução,” salientou Andreia Cardoso.

Na presente legislatura, já foram estabelecidos 7 acordos de colaboração e protocolos com juntas de freguesia e instituições particulares de solidariedade social, que “permitiram investir cerca de 260 mil euros na recuperação de habitação degradada e, indiretamente no setor da construção civil em toda a Região.”

Todas estas intervenções se destinam a “garantir as condições de higiene, segurança e salubridade que são exigíveis nos dias que correm”, esclareceu.

Trata-se, por parte do Executivo Açoriano, de importante contributo para a inclusão social, salientou Andreia Cardoso, considerando que se trata de “garantir a inclusão por via de uma habitação condigna.”

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