Leal diz que não vai aos bairros “só para festas ou em campanha eleitoral”

A candidata do PSD à Câmara Municipal do Funchal, Rubina Leal, recordou neste sábado à noite, no Bairro da Nazaré, o percurso que tem feito junto das pessoas, dizendo que não vai aos bairros só para festas ou em campanha eleitoral.

“Vocês conhecem-me. Venho sempre ao Bairro da Nazaré. Não venho aqui só para a festa e para apelar ao voto. Tenho estado sempre convosco e correspondido aquilo que me é solicitado”, disse durante uma intervenção num encontro de campanha em São Martinho, no qual distanciou-se daqueles políticos que gostam de dizer que falam com as pessoas.

“Sei ouvir, mas sei sobretudo responder com obra e ação. É isso que vamos fazer com o nosso programa”, vincou, explicando que o projeto social-democrata para o Funchal é “direcionado” para a população, e por isso, uma das primeiras medidas, é a devolução às famílias de 4,6 milhões de euros de IRS, que a Câmara têm retido nos últimos quatro anos.

O Funchal, disse Rubina Leal, tem de mudar. São Martinho tem de mudar. “A nossa Cidade está ao abandono”, observou, questionando as promessas feitas pela atual vereação. O reforço dos bombeiros que não foi concretizado. A reabilitação urbana que não foi feita. A habitação social que não foi construída. “O dinheiro gasto pela Câmara em propaganda, devia ser aplicado na nossa Cidade”, afirmou, dizendo que a equipa do PSD está preparada para fazer muito mais pelo Funchal.

Para o Bairro da Nazaré, por exemplo, Rubina Leal anunciou um investimento de 3,6 milhões de euros para começar já. As famílias e todos aqueles que mais necessitam, não vão ficar sem resposta. “Vamos apoiar as crianças, os estudantes e os idosos, por que o Funchal merece mais e melhor.”

O presidente do PSD, Miguel Albuquerque, concorda. A Cidade, disse, está parada há quatro anos e os funchalenses estão fartos dos incompetentes que os governam desde 2013. “Este presidente da Câmara, esta vereação foram um desastre, um ‘bluff’ para a nossa Cidade”, afirmou, acrescentando: “ Vamos eleger a Rubina e pôr esta gente na rua no dia 1 de Outubro”.

O Funchal, continuou Miguel Albuquerque, precisa de uma equipa em condições, porque não pode continuar nesta decadência onde só em vésperas de eleições é que vêm aqui, à Nazaré, e para pedir votos. “Durante quatro anos, nem o presidente nem os vereadores puseram cá os pés, agora vêm com conversinhas mansas”, disse, repetindo: “Vamos pôr este presidente na rua, pôr esta vereação a andar e eleger uma verdadeira senhora para pôr os destinos do Funchal a andar.”

Críticas também para a falta de investimento na Cidade. “Não fizeram nenhuma obra. Não reabilitaram um único prédio. Investimento? Só se foi na casa deles, que aqui o povo não viu nenhum.”

Também Jaime Freitas, candidato do PSD à Junta de Freguesia de São Martinho, lamentou o “desprezo” e o “desmazelo” a que a cidade, e em particular a freguesia foram votadas, comparando a atual vereação com um “aluno rasca”, mal preparado, que só nas vésperas do exame (eleições) tenta mostrar trabalho para tentar enganar as pessoas que o vão avaliar. Mais grave ainda, acrescentou, é a forma como o atual presidente da Junta de Freguesia brinca com as necessidades básicas das pessoas, distribuindo agora cabazes de alimentação. “Não é admissível. Não se faz política com as necessidades das pessoas”, disse Jaime Freitas, pedindo depois a Miguel Albuquerque para que acautele os interesses das pessoas de Santa Rita, aquando a construção do novo hospital.

Uma Junta de Freguesia do PSD, disse, estará disponível para mediar soluções justas que salvaguardem os moradores e proprietários daquela zona.

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